Mais uma vez, cai por terra o discurso vazio de que a esquerda é defensora da “paz” e da “tolerância”. Na prática, o que vemos é o oposto: aplaudem quando o sangue é de conservadores, comemoram a violência quando o alvo é quem pensa diferente. O caso recente é revoltante.
O médico brasileiro Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa teve seu visto para os Estados Unidos proibido depois que uma postagem sua, elogiando o assassinato do ativista conservador Charles Kirk, viralizou. O comentário — de um cinismo doentio — dizia: “um salve a este companheiro de mira impecável. Coluna cervical”.
A fala não só demonstra frieza diante da morte brutal de um homem de 31 anos, que foi executado em plena palestra universitária em Utah, mas expõe a lógica distorcida de setores que se dizem “humanistas”: aplaudem terroristas, apoiam governos ditatoriais e comemoram cada crime cometido contra quem ousa se opor às suas ideias.
Kirk, jovem ativista conservador, foi morto com um tiro no pescoço durante um discurso. Deixa esposa e dois filhos pequenos. O autor do disparo, um rapaz de 22 anos identificado como Tyler Robinson, foi preso. Segundo o FBI, os estojos de bala encontrados junto à arma traziam frases de ódio: “Ei, fascista! PEGUE!” e até referências à canção “Bella Ciao”, ícone dos movimentos de esquerda.
Ou seja: o crime não foi apenas um ato isolado de violência, mas carregava um simbolismo ideológico. O conservador foi executado ao som daquilo que militantes chamam de “canto de resistência”, mas que, na prática, virou trilha sonora de assassinato.
Diante disso, o comentário do médico brasileiro não pode ser visto como algo banal. É um endosso explícito ao terrorismo político. Tanto que os Estados Unidos reagiram de imediato: o vice-secretário de Estado, Christopher Landau, anunciou a proibição de vistos para o médico.
Aqui no Brasil, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) abriu sindicância, e a clínica onde trabalhava o demitiu. Tarde demais: o estrago já estava feito. A mensagem circulou pelo mundo e expôs a face hipócrita daqueles que, em seus discursos, clamam por “tolerância”, mas nas redes sociais batem palmas para um tiro na nuca.
Depois da repercussão, o médico tentou recuar: disse que sua fala foi “fora de contexto”, pediu desculpas à família de Kirk e alegou que montagens distorceram o conteúdo. Mas como justificar um elogio tão direto e frio a um assassinato? Como acreditar em arrependimento quando a frase original celebrava o disparo certeiro que tirou a vida de um pai de família?
O caso vai além de um médico imprudente. Ele escancara uma realidade: o discurso de paz da esquerda é seletivo. Valem lágrimas e lutos quando a vítima está do “lado certo da história”. Mas quando o alvo é conservador, cristão ou defensor de valores tradicionais, o silêncio — ou pior, a comemoração — toma conta.
Essa contradição não é de hoje:
Ditadores como Nicolás Maduro e Miguel Díaz-Canel são defendidos como “resistência” enquanto esmagam a liberdade.
Grupos terroristas mundo afora recebem apoio velado em nome de uma suposta “luta contra o imperialismo”.
Assassinatos políticos são relativizados quando o sangue derramado não serve à narrativa.
O assassinato de Charles Kirk é uma tragédia que deixa órfãos, viúva e um vazio irreparável. Mas a reação daqueles que se dizem “pela vida” é ainda mais assustadora: aplaudir a violência quando ela serve ao seu projeto ideológico.
Esse episódio deve servir de alerta. Porque quando aplaudir o crime se torna aceitável, o próximo alvo pode ser qualquer um que ouse discordar.
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