Curitiba — Se você cruzou hoje pela manhã na Rua Vicente Machado e achou que tinha entrado por engano em um “clube de karatê de segunda mão”, não foi impressão sua — o deputado estadual Renato Freitas (PT) resolveu dar aula de trocação pública com um desafeto, ao vivo e sem plateia paga.
Tudo começou com um diálogo digno de novela barata:
“Você não é o famosinho?” — perguntou o rival.
“Sou sim, e agora vai ver o famosinho chutando!”, devolveu o deputado.
E não foi só frase de efeito: os punhos, chutes e rostos sangrantes confirmaram que não era só política, era briga mesmo. Ric.com.br+298fmNews+2
Testemunhas descrevem a cena como uma “coreografia mal ensaiada, mas com vontade de virar viral”. Os dois se agarravam, trocavam socos, e havia até quem dissesse que o adversário tentou aplicar um mata-leão — técnica digna de academia, mas aplicada na calçada. Gazeta do Povo
Enquanto isso, um camarote de pedestres e transeuntes meio atônitos cercava o ringue improvisado, com gente tentando separar a briga, outros filmando e uns poucos oferecendo água (ou ao menos ajuda moral).
No clímax, ambos apareciam com o rosto ensanguentado. Segundo a imprensa, o deputado acabou ferido e foi visto sangrando. Ric.com.br+1
Não espere que essa pancadaria fique impune: o episódio pode virar assunto sério na Assembleia Legislativa do Paraná, já que há um novo Código de Ética que considera agressões físicas como conduta incompatível com o mandato. Gazeta do Povo
Além disso, há quem diga que esse tipo de “show de socos” aumenta a fila de pedidos para cassar mandato — afinal, debate político acabou virando campeonato de MMA de terno.
Nas redes sociais, a galera não perdoou: tem gente propondo que a briga vire versão política de reality show. Sugestões como “Deputado vs Desafeto: luta pelo decoro” pipocam nos comentários, e alguns já brincam que o torneio poderia ter rounds semanais.
Depois da briga, o deputado deu declaração conciliadora (mais ou menos): disse que buscava “defender a honra”, e que tudo isso estava “fora do roteiro tradicional da política”. Ou seja: saiu do salão de plenário para entrar no ringue de rua.
Enquanto isso, a população assiste entre o espanto e o meme: nunca se sabe quando um politico largará o microfone para partir para o “estilo Rocky Balboa curitibano”.
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