O ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, veio a público nesta semana para desmentir uma informação que circulou em seus canais de comunicação sobre a existência de um suposto esquema envolvendo o corregedor do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Ricardo Martins, e o presidente afastado da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar.
Em nota, Garotinho reconheceu que a informação divulgada era falsa e afirmou que houve um erro na apuração. Segundo ele, a notícia de que o corregedor teria repassado informações a Bacellar “não corresponde à realidade” e foi fruto de má-fé, além de uma confusão causada pela semelhança de nomes com outro investigado.
“Vocês sabem que 99,9% das nossas informações são checadas e de fontes confiáveis. Porém cometemos um erro e estamos restabelecendo a verdade”, declarou o ex-governador, destacando a importância de corrigir publicamente o equívoco.
Garotinho também apresentou pedido formal de desculpas ao corregedor Ricardo Martins e à sua família, reconhecendo os transtornos causados pela divulgação da informação incorreta. “Nossas desculpas ao Dr. Ricardo e sua família”, afirmou.
O ex-governador justificou a retratação dizendo que ele próprio e seu grupo já foram vítimas de informações levianas que não foram corrigidas de forma adequada, e que, por isso, considera fundamental agir de maneira diferente quando um erro é identificado.
A manifestação reforça o debate sobre a responsabilidade na divulgação de informações, especialmente em temas sensíveis que envolvem autoridades públicas e instituições como o Ministério Público. Ao admitir o erro e pedir desculpas, Garotinho busca preservar a credibilidade de seus canais e reafirmar o compromisso com a checagem dos fatos.
O caso também evidencia como boatos e informações imprecisas podem causar danos à imagem de pessoas e instituições, reforçando a importância da apuração rigorosa e da pronta correção quando falhas ocorrem.
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